POESIA: Senzala

Não tão triste como aquela tão conhecida

dos versos daquele mais conhecido ainda…

Mas Andorinha sozinha sorri pelos cantos!

Andorinha!!!

Grita nas rodas de prosa

e exala perfume de sabonete pela noite…

Andorinha, Andorinha…

Conta contos que jamais imaginasse qualquer alma.

Alma que sabe imaginar.

– Sou filha da luz, amiga do tempo e “cumade” do lar!

Cuido dos barrigudinhos e aparo o bigode de Márcio.

Andorinha…

Tão contente com seu contentar vou-me embora.

Não para Pasárgada (não gosto de reis e riquezas!),

mas para a senzala,

onde os negros brotam até das pedras

e os olhares malandros varam até paredes…

Ai que delícia!

A poesia acima foi a 3ª colocada no 8ª Concurso Literário JI – AEPTI – 2008

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